Estou morrendo de rir até agora com a vingancinha que eu preparei, "sem querer" para meu papi soberano.
A mulher dele ligou, ontem, aqui em casa para saber de seu paradeiro. Eu atendi e disse a verdade: que ele havia saído e eu não vira que horas, e que também não havia chego ainda. Ela ficou, digamos, com a pulga atrás da orelha. Ela sabe com quem juntou os trapinhos e tem medo disso. Ficou com meu pai enquanto ele ainda estava casado com a minha mãe. E, ainda por cima, fica falando mal dela. Claro, porque o trouxa do meu pai concorda e dá moral.
Enfim, resultado da minha dica, cheguei na sala e ele estava discutindo com ela pelo telefone. Tipo muito feio, discussão brava. rsrsrsrsrsrs
Aguardem que tem mais pela frente!
Até agora, adorando!
#momentorevenge
Mostrando postagens com marcador stepmother. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador stepmother. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
RECADINHO
Hoje meu "pai" me irritou profundamente.
Estávamos todos na sala, minha avó colocou a janta em cima da mesa e ele começara a se servir. Eu, minha irmã e minha madrinha conversávamos sobre ir até nossa casa na praia, quando ele disse que, se quiséssemos ir para o apartamento da mulher dele, não teria problema nenhum, porém que ela iria junto. Eu dei a ideia de irmos até Ubatuba, na casa de minha tia/avó. Foi o que bastou.
Ele, equivocado, achou que fosse uma exigência de minha mãe para que minha irmã mais nova, a que mora com ela, viesse passar um pouco das férias aqui; com isso começou a falar mal dela.
Eu fiquei extremamente zangado. Afinal, apesar de ser um equívoco, ele não tem nem discernimento suficiente da vida para falar o simples nome de minha mãe.
Demonstrei meus sentimentos, jogando meu celular em cima de um móvel que temos na sala, e ele continuou a me dizer esse tipo de coisa.
Sabem, eu realmente não gosto quando falam da minha mãe. Não que ela seja um exemplo de pessoa para qualquer um que seja, mas é minha mãe. Eu a amo e ninguém, repito, ninguém, tem o direito de pronunciar seu nome para falar algum mal dela, pelo menos não na minha frente.
Meu pai começou a trabalhar novamente esses dias, abriu um novo negócio, que logo vai a falência - como qualquer coisa que ele põe a mão, vai estragar - e está estressadinho por isso.
E não gosta quando os outros o chamam de vagabundo.
Eu não falo a maioria das coisas que eu penso para as pessoas de quem eu penso pois sei que as palavras têm efeitos e, principalmente, porque elas não podem ser retiradas depois.
Mas se eu não tivesse o mínimo de educação e noção do ridículo, eu diria para ele:
- Você realmente se acha bom, né? Pois é, acontece que você não é; muito pelo contrário. Fica com ódio da minha mãe porque ela foi a única coisa boa que você conseguiu nessa sua vida de merda e a perdeu. E mais, enquanto ela seguiu a vida dela, conquistando cada vez mais coisas com trabalho, a única coisa que você fez foi dar o golpe do baú em uma songa monga ridícula e, por incrível que pareça, mais sem educação e noção do que você. É claro que eu não posso esquecer de citar que você não só fez isso, você conseguiu falir um negócio de mais de 15 anos. Poxa vida, você é melhor do que eu pensava! Só não te mando para a puta que pariu porque gosto muito da minha avó, ela não merece esse desgosto. Então vá a merda!
Estávamos todos na sala, minha avó colocou a janta em cima da mesa e ele começara a se servir. Eu, minha irmã e minha madrinha conversávamos sobre ir até nossa casa na praia, quando ele disse que, se quiséssemos ir para o apartamento da mulher dele, não teria problema nenhum, porém que ela iria junto. Eu dei a ideia de irmos até Ubatuba, na casa de minha tia/avó. Foi o que bastou.
Ele, equivocado, achou que fosse uma exigência de minha mãe para que minha irmã mais nova, a que mora com ela, viesse passar um pouco das férias aqui; com isso começou a falar mal dela.
Eu fiquei extremamente zangado. Afinal, apesar de ser um equívoco, ele não tem nem discernimento suficiente da vida para falar o simples nome de minha mãe.
Demonstrei meus sentimentos, jogando meu celular em cima de um móvel que temos na sala, e ele continuou a me dizer esse tipo de coisa.
Sabem, eu realmente não gosto quando falam da minha mãe. Não que ela seja um exemplo de pessoa para qualquer um que seja, mas é minha mãe. Eu a amo e ninguém, repito, ninguém, tem o direito de pronunciar seu nome para falar algum mal dela, pelo menos não na minha frente.
Meu pai começou a trabalhar novamente esses dias, abriu um novo negócio, que logo vai a falência - como qualquer coisa que ele põe a mão, vai estragar - e está estressadinho por isso.
E não gosta quando os outros o chamam de vagabundo.
Eu não falo a maioria das coisas que eu penso para as pessoas de quem eu penso pois sei que as palavras têm efeitos e, principalmente, porque elas não podem ser retiradas depois.
Mas se eu não tivesse o mínimo de educação e noção do ridículo, eu diria para ele:
- Você realmente se acha bom, né? Pois é, acontece que você não é; muito pelo contrário. Fica com ódio da minha mãe porque ela foi a única coisa boa que você conseguiu nessa sua vida de merda e a perdeu. E mais, enquanto ela seguiu a vida dela, conquistando cada vez mais coisas com trabalho, a única coisa que você fez foi dar o golpe do baú em uma songa monga ridícula e, por incrível que pareça, mais sem educação e noção do que você. É claro que eu não posso esquecer de citar que você não só fez isso, você conseguiu falir um negócio de mais de 15 anos. Poxa vida, você é melhor do que eu pensava! Só não te mando para a puta que pariu porque gosto muito da minha avó, ela não merece esse desgosto. Então vá a merda!
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
GUERRA
Minha madrasta X eu e minha irmã do meio - porque somos mais velhos; se a mais nova já entendesse certas coisas, também estaria na guerra.
Nem é uma guerra propriamente dita, é só que a esposa do meu pai é muito retardada e acaba falando o que não deve. Eu e a minha irmã sabemos disso, mas a odiamos, então decidimos travar essa batalha.
Ela ficou por volta de dez dias aqui em casa, junto com sua pequena filha Bin Laden.
Nesse tempo fizemos dois pedidos de pizza, dois churrascos, consumimos - ela consumiu - sete caixas de cerveja... Enfim, já perceberam que é uma vadia, né?!
Certo dia estávamos todos no quintal para mais um churrasco da família feliz, quando ela decidiu contar como ela e meu pai se conheceram. E nada impedia a boca daquela babaca de continuar aberta.
Então, com essa história toda, descobri que ela saiu com meu pai para alguma lugar do mundo, ele conheceu outra mulher, deu uma rapidinha com ela em algum motel e chegou em casa 10 horas da manhã. Lindo!
O que vocês não sabem é que nesse mesmo dia eu, com meus experientes 14 anos de idade, estava na escola, fazendo minha única obrigação: estudar. Quando vem a diretora em minha sala e me chama para um telefonema. Minha mãe me ligava, dizendo que meu pai havia sumido e que era para eu voltar da escola e ficar com minhas duas irmãs. Na época uma com 10 anos e a outra com incríveis 1 ano e três meses. Realmente ele apareceu às 10 horas da manhã naquela dia.
Sabe, será que ela não se toca que ele teve uma família antes dela e que eles dois, juntos, fizeram essa família sofrer?
Depois disso tudo ainda descubro que ele teve um caso com uma favelada qualquer durante cinco anos - tempo que ele - adivinhem - estava com a minha mãe.
Foi como um belo banho frio. O pouco de respeito que tinha pelos dois acabou.
Descobri que foi ele quem quis ter a bastardinha porque, segundo eles, minha mãe nos tirou dele, então ele se sentia sozinho.
?!
Tem como acreditar nisso? Meu Deus. Vão morrer os dois juntos. Se merecem.
Nojentos.
Nem é uma guerra propriamente dita, é só que a esposa do meu pai é muito retardada e acaba falando o que não deve. Eu e a minha irmã sabemos disso, mas a odiamos, então decidimos travar essa batalha.
Ela ficou por volta de dez dias aqui em casa, junto com sua pequena filha Bin Laden.
Nesse tempo fizemos dois pedidos de pizza, dois churrascos, consumimos - ela consumiu - sete caixas de cerveja... Enfim, já perceberam que é uma vadia, né?!
Certo dia estávamos todos no quintal para mais um churrasco da família feliz, quando ela decidiu contar como ela e meu pai se conheceram. E nada impedia a boca daquela babaca de continuar aberta.
Então, com essa história toda, descobri que ela saiu com meu pai para alguma lugar do mundo, ele conheceu outra mulher, deu uma rapidinha com ela em algum motel e chegou em casa 10 horas da manhã. Lindo!
O que vocês não sabem é que nesse mesmo dia eu, com meus experientes 14 anos de idade, estava na escola, fazendo minha única obrigação: estudar. Quando vem a diretora em minha sala e me chama para um telefonema. Minha mãe me ligava, dizendo que meu pai havia sumido e que era para eu voltar da escola e ficar com minhas duas irmãs. Na época uma com 10 anos e a outra com incríveis 1 ano e três meses. Realmente ele apareceu às 10 horas da manhã naquela dia.
Sabe, será que ela não se toca que ele teve uma família antes dela e que eles dois, juntos, fizeram essa família sofrer?
Depois disso tudo ainda descubro que ele teve um caso com uma favelada qualquer durante cinco anos - tempo que ele - adivinhem - estava com a minha mãe.
Foi como um belo banho frio. O pouco de respeito que tinha pelos dois acabou.
Descobri que foi ele quem quis ter a bastardinha porque, segundo eles, minha mãe nos tirou dele, então ele se sentia sozinho.
?!
Tem como acreditar nisso? Meu Deus. Vão morrer os dois juntos. Se merecem.
Nojentos.
Assinar:
Postagens (Atom)


